PMG ARQUITETANDO POR AÍ

PMG ARQUITETANDO POR AÍ
A PMG É O RESULTADO DA UNIÃO DE TRÊS PROFISSIONAIS APAIXONADAS POR CRIAR E TRANSFORMAR ROTINAS, SEMPRE VISANDO A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DOS SEUS CLIENTES. PARA TANTO, ATUAM NO DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS, REESTRUTURAM ESPAÇOS, CHEGANDO ATÉ À ORGANIZAÇÃO DOS MESMOS. UTILIZANDO CONHECIMENTOS ARQUITETÔNICOS ALIADOS ÀS TÉCNICAS DE ORGANIZAÇÃO RESIDENCIAL, COMERCIAL, TREINAMENTO DE DOMÉSTICAS E ORGANIZAÇÃO DE MUDANÇAS, SE DISPÕEM A MELHORAR OS SEUS DIAS COM UM CUSTO BEM ABAIXO DO IMAGINADO. SEJA QUAL FOR O TAMANHO DA SUA NECESSIDADE, ENTRE E CONHEÇA UM POUCO DO QUE ELAS SÃO CAPAZES. AQUI, Patricia, Marília E Gabrielle COMPARTILHAM DICAS E DIVULGAM OS SEUS CONTATOS...

11/06/2017

PARCERIAS PMG


Nova loja!!




No final de 2016, iniciamos a primeira temporada de cursos em parceria com a loja NOVO PROJETO. Numa ação inovadora, Marilu Fontes e Christianne Peleteiro requisitaram a pmg, pois desejavam levar mais organização à vida dos seus clientes. Finalizado o curso, entre muitos e muitos depoimentos emocionados, entendemos que tínhamos atingido o objetivo maior.
Parceira consolidada, mês passado, soubemos do upgrade de endereço da citada loja. Com a notícia passada em off, foi necessário vibrar em silêncio. Para que a mudança acontecesse de forma rápida e tranquila, fizemos algumas sugestões de interferência no espaço. "Pensem numa mudança a jato!", diria Christianne, essa cearense quase baiana pra lá de retada.
Era chegada a hora da organização dos ambientes. Abraçando as nossas sugestões arquitetônicas, os espaços do térreo foram divididos entre profissionais atuantes em Salvador. E, para nossa surpresa, todo o primeiro andar aguardava pela pmg. Conforme planejado, lá estava o escritório, a sala de atendimento dos profissionais e (pasmem!) a sala de cursos.
Vamos logo avisando que não compartilharemos muitas imagens aqui. Queremos que visitem o espaço NOVO PROJETO e, in locco, percebam que apesar do salto em relação ao visual, os preços continuam convidativos como antes. Sem falar no leque de possibilidades de produtos disponíveis em catálogo. Anotem aí: av. Paulo VI, 1209, Pituba - (71) 3248.1625. 




Ideias e mais ideias...




Enquanto organizávamos os quase 200m2 de área, confirmamos uma antiga suspeita: estávamos diante de uma equipe em sintonia. A quem se deve isso? Marilu Fontes, idealizadora e responsável pela instalação da filial em Salvador que, de Recife, os garante solidez; enquanto, Christianne Peleteiro, maestrina fenomenal, segura firme a batuta da equipe em Salvador.
Antes do início da organização, como manda a etiqueta em primeiras visitas à casas novas, paramos na Bolo das Meninas, por conta do bolinho de churros da equipe. À tarde, já em outro trabalho, cientes do pique em que eles ainda estariam, enviamos um lembrete via whatsApp. No que Valter, Larissa, Nidde, Davi, Chris, André, Ana e Sirley responderam assim...  






Agradecimento da equipe NOVO PROJETO Salvador.




Com a preciosa contribuição de todos, finalizamos a organização. Sucesso total. Ao sairmos, só faltavam os adornos de parede e pequenos detalhes que só dependiam de Valter e Davi. Hoje, com tudo finalizado, os convidamos a conhecerem tanto a loja nova como essa equipe nota dez "ao vivo e à cores". Lá, constatarão que não exageramos em nada!    





Fonte imagens: ARQUIVO PROFISSIONAL

04/06/2017

A CORRENTE DO BEM



Funciona!




"O filme A Corrente do Bem retrata a história de um professor e de seus alunos no início do ano letivo. Eugene Simonet é professor de Estudos Sociais e durante suas aulas fez um desafio aos alunos: deveriam desenvolver um trabalho com o objetivo de mudar o mundo. Era uma proposta que instigava uma participação mais ativa no mundo onde viviam para deixá-lo melhor. Todos trouxeram ideias, algumas até interessantes, outras nem tanto. A maior parte deles desenvolveu atividades sobre o meio ambiente, sem muita inovação. Um de seus alunos, porém, Trevor McKinney, se destacou, criando um jogo em que a pessoa, a cada favor recebido, tinha de retribuir para outras três pessoas, e assim sucessivamente. Seu trabalho tinha como base transformar a vida das pessoas, ou seja, mudar realmente o mundo. Ele o chamou de pay it forward (passe adiante)."




Vale a pena conferir...




Se vocês clicaram no link em vermelho, já devem desconfiar da beleza dessa obra de Mimi Leader, lançada em outubro de 2000. Talvez não acreditem que, durante a semana, também apreciadoras dessa inspiradora ficção, fomos parabenizadas por uma cliente pela pratica do "pay it forward" nas nossas rotinas de organização. "Como assim?", perguntamos surpresas. Foi quando ela citou o filme, logo após ter recebido os cabides plásticos excedentes de uma das nossas organizações anteriores - sem custo algum. Só aí, nos demos conta de que a vida, realmente, imita a arte. Sem falar na amplitude dos benefícios dessa simples prática. Vale lembrar que a cliente citada, antes de entender a nossa total falta de interesse na comercialização desses produtos, insistiu em querer pagar por eles. Depois de entendido, aceitou de coração e nos presenteou com essa associação.
Assim, paramos para uma pequena retrospectiva e constatamos que, só no último mês, os cabides infantis de Bia e Carol - substituídos por itens de adulto - graças ao movimento da mamãe Darlene, foram organizar o armário de Andrezinho. Já os dele, seguiram para a casa de Gabriel, Gustavo e sua organizadíssima mãe Thais. Na área de serviço de Sandra, cabides brancos organizam a roupa passada. O ex-dono deles? Não lembramos mais. O importante é que não viraram descarte e significaram solução com economia para alguém. Na visita técnica, pedimos aos nossos clientes que, caso sobre algum acessório organizador em perfeito estado e em desuso, não os descartem. Deixem com a pmg que o futuro dono pode até demorar um pouco, mas, certamente, irá aparecer. E, sempre que possível, registramos o destino dos itens. Por um mundo melhor...




Bermudas e polos de Andrezinho!


Degradê de Gabriel e Gustavo!


Área de serviço de Sandra!




Já esperando os próximos donos, vários pares de presilhas para cabides plásticos pretos. Aguardamos os interessados! Contatos acima.




Excedente da semana!





 Fonte imagens: Google e arquivo profissional

28/05/2017

HORA DE ARRUMAR A CASA



"Uma única vela acesa rompe a escuridão."




Durante uma semana bastante atribulada, um casal de clientes muito querido, em visita ao filho na Alemanha, nos deixou uma mensagem carinhosa. "Chegamos! Felizes por estarmos com o nosso filhote." Radiantes com a excelente notícia, paramos tudo para respondermos ao carinho deles. "Beleza!! Curtam muito e grudem nele. Essa família vale ouro..."
E assim, por conta da nossa atividade, vamos colecionando vínculos com essas famílias especiais. Organizando e projetando, ganhamos amigos. Ainda de lá, na sexta, chega outro presente. Um texto maravilhoso da escritora e psicóloga Patricia Gebrim. O mesmo que compartilhamos abaixo para a apreciação de todos. Bom retorno. Valeu, amigos!




Estamos vivendo um momento desafiador no Brasil. Na verdade, creio que a onda que está revolvendo nossas entranhas é global.
A sombra veio à tona. O escondido está sendo revelado, e isso não se refere apenas à situação político-econômico-social, mas a cada um de nós.
A forma como reagimos a esse momento revela também nossas sombras. Isso não é ruim. Só podemos limpar a sujeira que enxergamos.
Mas, ouça. Enquanto nos ocupamos em apontar a escuridão lá fora, nos outros, na política, naqueles que atacamos por pensarem diferente de nós, deixamos de agir e transformar o que nos cabe.
Nós mesmos.
Pense que cada um de nós têm dons e habilidades que servem ao todo. Uns têm uma mente clara e ótimas ideias, outros são ágeis em encontrar soluções criativas. Uns sabem usar agulhas pra curar, outros têm o dom da oratória. Uns amam estar em grupo e iniciar movimentos que se expandam, outros preferem ficar no jardim cuidando de uma única sementinha.
O momento requer que cada um de nós descubra seu dom e coloque a serviço do todo.
Existe algo que só você tem a dar, entende?
Precisamos evitar a armadilha de sermos sugados por essa ilusão coletiva que diz que o nosso destino está nas mãos de alguém, que não nós próprios.
Enquanto ficamos aguilhoados pela revolta, reclamando, atacando uns aos outros, alimentando essa onda que causa angústia e medo, deixamos de fazer a única coisa que poderia ser verdadeiramente revolucionária.
Existir.
Ser a luz que somos.
Não importa a sombra que nos rodeie, estamos aqui para manifestar nossa luz. Uma única vela acesa rompe a escuridão.
Se você for alguém influente na política, seja luz. Se você for influente na educação, seja luz na educação. Se for dono de um quiosque na praia, coloque amor ao preparar os sanduíches.
Onde quer que esteja, faça o seu melhor.
Pare de desperdiçar sua energia julgando, polarizando, atacando. Isso não resolve. Apenas aprofunda esse véu de separativdade e cega a todos nós.
Essa é a última tentativa da sombra de nos afastar de nós mesmos.
Temos um poder imenso e tudo pode se transformar se formos sábios e corajosos para fazermos a única coisa que nos cabe.
Não se deixe iludir pelo que vê à sua volta. Respire. Faça o seu melhor. Vibre a luz que você é.
E confie.
Estamos a caminho!


Patricia Gebrim




Por um Brasil melhor, organizemos-nos!! Boa reflexão a todos... 





Fonte imagem: GOOGLE

21/05/2017

DIA DE REFLEXÃO



Dez mulheres




Manhã de domingo. Por aqui, saúde e paz. Finalmente, vida que segue. Se existe algo melhor que chegar em casa ao final de um dia de trabalho e encontrar tudo o que lhe é mais importante naquele espaço delimitado, desconheço. E quando esse "tudo" se encontra organizado e segue em harmonia, melhor ainda. Nessa pegada, um trecho do livro Dez mulheres, da chlilena Marcela Serrano, me chamou a atenção. "As casas são muito importantes. Diga-me como é a sua e lhe direi... Nosso mundo está todinho nela. É o que cobre a gente, como as penas de um pássaro."
Do que se trata? "Romance que mergulha nas relações afetivas do mundo atual com profundidade e leveza, Dez mulheres esteve por meses no topo da lista de mais vendidos no Chlie, seu país de origem, e também na Itália, Argentina e Espanha. Nele, nove mulheres muito diferentes entre si, e que nunca se viram antes, compartilham as histórias de suas experiências de vida mais marcantes. Natasha, a terapeuta delas - e a décima personagem dessa história -, decide reuni-las com a convicção de que as feridas começam a sarar quando se rompem as cadeias do silêncio." 




R$ 47,90 - Livraria Cultura




Os apreciadores de uma boa leitura ficarão encantados como Marcela Serrano nos coloca bem no meio das histórias dessas dez mulheres. E, sem que percebamos, passamos a procurar semelhanças entre elas e nós mesmos para, no final, entendermos, definitivamente, que o sofrimento não é um "privilégio" nosso. Dessa forma, a leitura nos remete à situações inimagináveis, já superadas. Para os curiosos em saber o que esse relato tem a ver com organização, os adianto que tudo. Termos as rédeas das nossas vidas nas mãos faz toda a diferença. Pensem nisso...    





Fonte imagens: GOOGLE

14/05/2017

FELIZ (TODO) DIA...







"A beleza da criação de quem nasceu com a força do amor e as bençãos de Deus para acolher e cuidar. Um Feliz (todo) Dia das Mães!" Marília Adan





Fonte imagem: GOOGLE

07/05/2017

ERA UMA VEZ...







Foi em 01 de abril de 2017. Em meio às trágicas revelações de corrupção envolvendo os nossos governantes e significativa parcela do empresariado empregador, recebo algo no facebook de encher o coração de esperança. Depois de apreciar todas as imagens com calma e encantamento, entendi estar diante de um novo capítulo da vida da artista baiana D'Jane Silper.

ERA UMA VEZ... 

...os muros que circundam o Estádio Sady Teixeira em Itanhém, BA...



...uma artista, aparentemente, solitária e muito, muito, muito talentosa...



...uma história de amor e dedicação que surpreenderia o próprio Van Gogh.






Assim que entendida a sequência de imagens desse passeio-presente pelos muros acima citados, fiquei encantada, não só com a linda homenagem à pmg, mas, principalmente, com a dedicação da nossa artista. Entre sol e chuva, facilidades e dificuldades, como será que D'Jane Silper conseguiu organizar os seus dias para cumprir essa missão? Organização é tudo! 
















Os que passam pelos muros que envolvem o estádio serão direcionados a conhecerem artistas, cidades, mandalas, interatividade, ilusão de ótica e abstratos. Basta ficarem de olho nas setas indicativas e seguirem. Assim, entre reproduções de Maurits Escher, Wassily Kandinsky, Piet Mondrian, Romero Britto, Van Gogh e Pablo Picasso, encontrarão cor. Muita cor!




















Nos paineis representativos das cidades, nossa artista, mais uma vez, dá um show de criatividade. Entre detalhes mínimos e características marcantes, ela consegue nos colocar nos cenários desejados. Os mais atentos perceberão a marca pmg entre as "coisas da Bahia". Nesse painel, vale uma parada para admirar o bom humor e perspicácia da artista.  














No "setor" interatividade, os fotomaníacos poderão entrar na obra, levando pra casa uma bela lembrança. Seja sentados numa confortável poltrona ou de posse de belas asas, a interatividade está garantida. Nada de sustos ao se depararem com o símbolo do Om entre as mandalas. Por ser o mantra mais importante do hinduismo e outras religiões, é sinal de coisa boa.

















Entre paineis divertidos que trabalham a ilusão de ótica e a "gratidão!" da artista, literalmente, é ultrapassada a esquina da música. Daí em diante, as cores ganham som e só não as escuta quem não quer. As imagens acabaram me deixando com "gostinho de quero mais" e curiosa sobre o projeto. Como surgiu? Quanto tempo levou? Dificuldades? Tudo já finalizado? 


















Através da própria D'Jane, soubemos se tratar de um projeto apresentado, aprovado pela prefeitura de Itanhém e iniciado em maio de 2016. "Trabalhei de domingo a domingo para que no fim de agosto aquela rua estivesse pronta. Cheguei a ficar na rua de 7 da manhã às 10 da noite. Eu estava muito empolgada, pois a aceitaçao do pessoal da cidade foi imediata", falou.
Com a mudança da prefeitura, o trabalho foi interrompido antes de finalizado. Segundo a artista, os 130 metros de muro, entre projeto e execução, foram concluídos em 6 meses, divertindo a cidade. "Eu tinha que tirar a mesa com as tintas, porque, antes de acabar, já queriam tirar fotos. Eu fiquei muito feliz. Dormia e acordava pensando nos muros." Lindo!
A pmg, torcendo para que a finalização desse projeto esteja nos planos da nova prefeitura, divulga aqui esse trabalho maravilhoso. Diante dos dias cinzentos que estamos vivendo, precisamos de mais cor nas nossas rotinas. Vocês sabem o que as cores fizeram na fachada da casa da nossa artista? Então, confiram em TALENTO À FLOR DA PELE. Basta clicarem no link...




 Fonte imagens: ACERVO D'JANE SILPER

30/04/2017

REFLEXÃO PARA O DIA DO TRABALHO


"...a gente só precisa tentar ser a nossa melhor versão."
Ruth Manus




Sabe aquela amiga, geograficamente, distante que já fez parte da sua rotina diária? Aquela que, apesar de longe, continua em sintonia com você? Também tenho uma. E foi às vésperas do final de semana prolongado por conta do Dia do Trabalho, que ela compartilhou o texto abaixo. Sintomas semelhantes, doenças parecidas, mesmos remédios. Não entenderam? Então, confiram o texto simples e objetivo de Ruth Manus. Amei o presente, Cláudia Magalhães Eloy! Saudade de você... 




Trabalhei muito, dormi pouco, comi mal e me sinto diariamente culpado

POR RUTH MANUS

26/04/2017, 09h56

Até quando nos julgaremos tão devedores de nós mesmos? 

Comecei o dia furiosa comigo porque não fui à academia. Era para eu ter acordado mais cedo, enfiado aquele legging e corrido 5km. Não consegui, não fiz nada disso. Enfiei uma fatia de pão na torradeira e me culpei por ter colocado um pouco de manteiga ao invés de uma ricota magra sem sal.
Olhei para a minha agenda e direcionei o olhar diretamente para todas as pendências. Documentos que não enviei, faturas que não emiti, contratos que não revisei, e-mails que não respondi, ligações que não retornei. Não fazia nem meia hora que eu estava acordada e eu já era uma lamentável devoradora de mim mesma.
Entrei no banho com a cabeça acelerada e uma dose semi invisível de raiva de mim mesma porque eu nunca consigo cumprir minhas metas intermináveis. Parecia que eu não havia feito nada na véspera, quando, na verdade, fiz muito. Percebi que havia algo de muito errado nisso e disparei mensagens nos meus grupos de amigos perguntando se eles sentiam a mesma coisa.
As respostas foram unânimes: todos se sentem absolutamente devedores de si mesmos. Entramos numa lógica cruel que funciona mais ou menos assim: praticamente não importa o que a gente faz de bom, só importa aquilo que ficou faltando. Tudo o que ficou faltando, grita dentro da nossa cabeça como se estivesse escrito em caixa alta. 
Hoje eu trabalhei muito. MAS NÃO FUI À ACADEMIA. Hoje fui à academia. MAS COMI AQUELAS PORCARIAS NO ALMOÇO. Hoje eu comi bem. MAS NÃO ENTREGUEI O RELATÓRIO. Hoje eu terminei o relatório. MAS NÃO LIGUEI PARA A MINHA AVÓ. Hoje eu falei com a minha avó. MAS NÃO RESOLVI AQUELAS COISAS DO BANCO. Hoje eu fui ao banco. MAS ACABEI TRABALHANDO POUCO. Hoje trabalhei muito. MAS DORMI POUCO. Hoje dormi bem. MAS ACORDEI TARDE.
Começa a dar uma certa falta de ar, uma angústia que se instala entre o estômago e a garganta e que nos diz que somos pouco, que fazemos pouco, que concretizamos pouco. É como se nós fôssemos chefes de nós mesmos - e aqueles chefes da pior espécie, que não reconhecem os trabalhos bem feitos e as tarefas finalizadas, mas apenas o que ficou pendente. Um chefe que berra palavras de frustração na nossa orelha e que em nada contribui para melhorarmos.
Temos muita coisa pra fazer, não tem jeito. E talvez o pior não seja o fato de termos tudo isso, mas sim o fato de lidarmos tão mal com a nossa rotina e com a finitude da nossa capacidade. Não me parece que a solução seja sempre a de nos esquivarmos das tarefas (embora às vezes seja necessário). O que me parece necessário é pararmos de sentir tanta culpa. Não somos máquinas e nunca funcionaremos com perfeição. 
Precisamos parar de nos comparar com a amiga que posta foto na academia às 6 da manhã. Com o primo que milagrosamente consegue ser o filho perfeito. Com a vizinha que tem uma casa impecável. Com a colega que nunca sai da linha na alimentação. Com aquele casal de pais que parecem nunca errar. Com a amiga que está sempre vestida como capa de revista.
Acho que a gente só precisa tentar ser a nossa melhor versão. E a nossa melhor versão não vive nesses picos de stress, nem com essa angústia instalada. Temos que ser mais compreenssivos com as nossas pequenas grandes falhas. Deveríamos reservar a caixa alta para tudo que foi feito e não o que ficou faltando. Porque não parece justo que sejamos justamente nós aqueles que são mais crueis e mais duros conosco





Fonte imagem: GOOGLE
Fonte artigo: http://emais.estadao.com.br