PMG ARQUITETANDO POR AÍ

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Aqui, o assunto é transformar rotinas engessadas, visando a melhoria da qualidade de vida dos envolvidos. Como assim? Com conhecimentos arquitetônicos aliados à técnicas de organização, residenciais ou comerciais, espaços são reestruturados com custo bem inferior ao previsto. Seja sua necessidade tamanho p, m ou g, entre, conheça um pouco dessa história e encontre respostas para modificar a sua. Aguardo você!!

16/07/2017

O IDIOTA E A MOEDA



"Quem parece idiota, nem sempre é."




Véspera de post e já acordo com aquelas cólicas menstruais. Sim, eu ainda as tenho. Igualzinho na adolescência: olhos vermelhos, cabeça pesada, disposição zero. "O que fazer com o post da semana?", levantei pensando. Foi quando resolvi checar as mensagens no "zap" e quase não acreditei.
Estava lá num grupo de amigos. Compartilhado pelo compadre mais didático que tenho, estampava o título: o idiota e a moeda. Para alguns pode ter até passado despercebido, mas sabendo da sua origem pensei que só podia ser coisa boa. Ainda sem os benefícios do Buscofen, parei tudo para conferir.
Sendo desnecessário qualquer comentário, sugiro que confiram e cheguem à suas próprias conclusões. Lamento não ser o primeiro compartilhamento - ciente também que não será o último - que precisa ser marcado como "autor desconhecido". Organizem seus conceitos e sigam em paz com suas consciências. Se existe coisa melhor que isso, desconheço. Sucesso!    




O idiota e a moeda

Conta-se que, numa cidade do interior, um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmola. Diariamente, eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam à ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 réis e outra menor de 2000 réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei, respondeu o tolo. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar a minha moeda.

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda: quais eram os verdadeiros idiotas da história?
A terceira: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas, a conclusão mais interessante é: a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos. O maior prazer de um homem iteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente. Preocupe-se mais com sua consciência do que com a sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam... é problema deles.

Autor desconhecido





Fonte imagem: INTERNET

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